DIA NACIONAL DE LUTA

 matéria 18042024

Pelas ruas de várias cidades do país e nas redes sociais, trabalhadores/as em educação básica pública se manifestaram, nesta quinta-feira (18), por valorização profissional e uma educação de qualidade. Convocados pela CNTE para o Dia Nacional de Luta pelo Piso Salarial, Carreira e em Defesa do Ensino Médio, sindicatos de todas as regiões do Brasil fortaleceram a luta pelo cumprimento dos direitos da juventude e do trabalhador.

Norte

Na região Norte, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (SINTEAM) utilizou as redes sociais para reforçar a paralisação dos/as trabalhadores/as da educação no primeiro e segundo tempo de aula da próxima segunda-feira (22). A ação é uma advertência ao governo do estado para que se realize a abertura da negociação do pagamento do Piso Salarial de 20% para a educação.

O Sintet, Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Tocantins, pediu para que os/as trabalhadores/as compartilhem nas redes sociais quais prefeitos/as estão desprezando a educação pública, descumprindo a lei do piso.

Nordeste

Pelos estados do Nordeste, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal) e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sintern), mobilizaram seus filiados a cobrarem cada um dos prefeitos e governadores pelo que é devido à classe educadora. Na mesma linha, a Apeoc fez um apelo para que os docentes ajudem a pressionar os parlamentares do Congresso Nacional, na busca de uma educação pública melhor e por profissionais mais valorizados/as.

Sindicato das professoras e professores da rede pública municipal de Camaçari, na Bahia (Sispec), realizou uma assembleia com ato na sede do sindicato.

Em Pernambuco, trabalhadores/as da rede estadual de educação ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) estiveram paralisados em mais uma ação da Campanha Salarial Educacional 2024. Na luta pelos direitos, o sindicato convocou a todos para o ato político, na Praça do Derby, em Recife.

O Sinproja, Sindicato dos Trabalhadores de Educação de Jaboatão dos Guararapes, também levou os/as trabalhadores/as às ruas, em uma manifestação na Praça do Rosário.

Em Sergipe, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do estado (Sintese) organizou uma assembleia-geral da rede estadual de ensino para debater os encaminhamentos de lutas pela valorização dos/as professores/as. 

Entre as pautas, a entidade destacou: descongelamento dos Triênios, Gratificações Fixas Reajustáveis, a luta pelo auxílio internet e auxílio tecnológico; a luta por concurso público na rede estadual de ensino; e a luta pela atualização do Piso Salarial de 3,63%.

Centro-Oeste 

No Distrito Federal, o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) rememorou que, em março, a categoria aprovou em assembleia a luta pelo reajuste salarial de 19,8%. No próximo sábado, 20 de abril, os debates sobre as reivindicações de professoras e professores continuarão em mais uma assembleia-geral, no auditório da Câmara Legislativa do Distrital, às 9h da manhã. A pauta trará discutirá questões econômicas e pedagógicas. 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego) reuniu, na manhã desta quinta-feira, seus/uas trabalhadores/as da rede municipal de ensino em uma assembleia. À noite, o sindicato transmitirá em suas redes o videocast para continuar a debater as lutas da rede estadual.

Sudeste

No Espírito Santo, o Sindiupes, Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo, também utilizou as suas redes para pressionar os/as prefeitos/as e o governador do estado para o cumprimento da lei do Piso.

No Rio de Janeiro, o Sindicato dos Profissionais da Educação do Estado (Sepe-RJ) declarou a paralisação de 24 horas na rede municipal de Valença. 

Sul

Na região Sul, dois sindicatos reuniram força nas mobilizações. Em Santa Maria, o Sindicato dos Professores Municipais de Santa Maria (Sinprosm) realizou o Dia D de Denúncia, com atividades durante todo o dia. A concentração iniciou pela manhã, no centro da cidade, com a participação do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers). 

À tarde, professores municipais participaram de uma reunião na Câmara de Vereadores com a Comissão de Educação, onde foi lida a carta que consta as dificuldades enfrentadas pelas escolas municipais.

Ainda no Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande (Sinterg) e o 6º Núcleo do Cpers também participaram do Ato Unificado pela Educação, no Largo Dr. Pio.