MOBILIZAÇÃO

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Com feedback positivo da população de Florianópolis, em Santa Catarina, o Instituto Movimento Humaniza SC (IMSC), apoiado pela Central Única dos Trabalhadores do estado (CUT-SC), por universidades e institutos federais catarinenses, pela CNTE e outras entidades, lançou, na última sexta-feira (10), a campanha “Mais livros, menos armas”. A iniciativa busca levantar um alerta para o crescimento de discursos de ódio e da cultura armamentista em Santa Catarina, além de defender a valorização da educação e dos professores/as.

Para marcar o início da campanha, representantes das entidades apoiadoras mobilizaram-se em um ato na Esquina Democrática, no centro de Florianópolis. Além da distribuição de livros, o movimento coletou assinaturas para o Manifesto ‘Pela Educação e pela Paz’.

“Foi um sucesso de público!”, celebra a secretária de Formação da CNTE, Marta Vanelli. “Foram duas horas de recebimento e distribuição de livros e, em nenhum momento, a banca ficou vazia. Foi impressionante o interesse das pessoas por livros”, declara.

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O Manifesto foi assinado tanto por pessoas físicas quanto por entidades comprometidas na defesa de uma sociedade sem ódio, sem violência, sem discriminação e construída sobre as bases da democracia, justiça social e bem viver. O Manifesto também se encontra disponível para assinatura online.

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De acordo com a CUT-SC, outros atos semelhantes serão realizados ao longo do mês de maio em todo o estado. Ao final da campanha, o documento com as assinaturas  será entregue às autoridades federais, estaduais e municipais.

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Segundo afirma Marta, a CNTE está entre as entidades que assinaram o documento ‘Pela Educação e pela Paz’, mas espera que outros trabalhadores e entidades sindicais da educação também demonstrem apoio.

“Em um estado onde a prefeita joga livros no lixo, a secretaria municipal determina o recolhimento de exemplares, e que também é estado de origem da autora da lei que permite às unidades federativas regularem o porte de armas, esta iniciativa é como um tapa na cara deles e delas”, considerou Marta.